SER POETA: - "É TER A CAPACIDADE DE SINTETIZAR E RESUMIR" - "É A SINGELEZA DE APARENTAR COMO" - "É CONSEGUIR OBSERVAR A NATUREZA" - "É ENXERGAR O QUE NINGUÉM VÊ" - "É A EMOÇÃO DE UM SONHADOR" -É DEFINIR O SENTIMENTO EMANADO EM VERSOS E PROSAS" - "É EVIDENCIAR OS SONHOS E FANTASIAS" - "É TRANSPOR A ALMA ATRAVÉS DOS LIMITES DOS SONHOS" - "É TER VOCÊ NOS VERSOS SEM RIMAS DA SUA PRÓPRIA VIDA"...(O autor do Blog:Rodolfo Antonio de Gaspari)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

FRASES & FRASES

  


 FRASES & FRASES

Autor:Rodolfo Antonio de Gaspari

A sua infantilidade me revela que somos eternas crianças nas brincadeiras do amor.

Como a água perene, façamos dos momentos bem vividos, a cura da sede de viver e amar.

De caminho a caminho, de passo a passo, de luta a luta... a busca da verdade ligada às realezas da fidelidade.

Sozinho não se vive, mas nem sempre a presença da multidão não nos ausenta da solidão.

Silenciosamente trago na refexão o verdadeiro sentido de viver no seu coração.

De cada espaço da alma sai o verdadeiro valor da vida, envolvida nas provas como sutentação do gesto amável de viver.

A abatida tristeza deve ser polida pelos fiapos da alegria.

Conto os minutos durante as horas de sua ausência. Depois paro os minutos das horas quando estou na sua presença.

Pronunciemos sempr:-"Santificados seja o vosso nome, enquanto insantificados somos nós."

Como as demais etapas da vida, o anoitecer é também cheio de poesia e ternura.

Muita paz convive na reciprocidade do amor.

A ternura edifica o ser. Aprendamos a oferecer a riqueza do nosso coração.

Somente edificaremos um "Templo de Luz", quando estivermos construído o alicerce do nosso "Templo de Fé".

Nada mais une os corações aflitos do que a tristeza de chorarem juntos.

Ame sempre a vida. Inspire-te nos Santos. Lembre-se "Só o amor constrói"!

A corrida em busca do dinheiro é a mesma na busca da infelicidade.

Vale mais o momento da oferta do que a do recebimento, porque as mãos não vale tanto quanto o coração.

Quando uma flor murchar, não a jogue no deprimente lixo, devolva-a ao canteiro que ela nasceu.

Vivi! Sofri! Não amei e também não descobri que sou amado.

Usufruiremos dos "castelos" quando conseguirmos ser reis. E, nem sempre os castelos são dos reis, porque ainda existem os príncipes.

Nenhum bem material é a revelação da riqueza de um interior. Sejamos pobres para que o nosso coração possa ser milionário.

Em cada verde um ar que se respira. E, em cada ar o oxigênio da nossa fé.

Deixemos que as nuvens nos inspire para a edificação de todos os quadros em gravuras das nossas vidas.

Ouçamos os versos canoros dos pássaros para que a nossa vida, seja transformada em versos de "esperança e amor".

Sorria sempre. Não deixe que a tristeza invada o seu coração.


(Momento de Refexão)

SONHO

     

SONHO

COMO UMA IMAGEM REFLETIDA
ENTRE LÍMPIDAS E ALVAS NUVENS
VOCÊ, O SONHO DA MINHA VIDA.


Categoria: Haikai
Autor: Rodolfo Antonio de Gaspari

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

HOMEM DO CAMPO

  

                

                          HOMEM DO CAMPO

Vai o lavrador cansado,
No seu recolhimento diário,
Não vê o seu dia passar.
No campo, as horas,
São medidas e aproveitadas,
De acordo com a altura do sol.

Bem baixo, vermelho é a aurora,
Com o movimento e o cantar,
Dos pássaros nos arvoredos,
Matando sua fome matutina,
Até as sementes aguardam,
Que as disseminem em espaço aberto.

Vem o retireiro com a ordenha,
Leva os filhotes bezerros,
Famintos para sugar,
Do bom leite, sobrado pouco depois,
Levado dos baldes aos latões,
Para o urbano aproveitar.

Subindo...subindo...subindo...
Já é um sol escaldante,
Refletindo grande luz nos recantos,
Dos horizontes sem fim,
Não se vê mais a vermelhidão,
Deixada lá atrás com o amanhecer.

E o lavrador deixa o arado,
As sacas das sementes também,
Solta o cavalo trabalhador,
Puxador dos varais protetores,
Das semeaduras rústicas e primitivas,
Enterrando grão a grão, os futuros alimentos.

Ali o homem do campo senta,
Na sombra de uma frondosa mangueira,
Abre a marmita cheirosa,
Do tempero, lá da madrugada,
Feita no fogão caipira à lenha,
Muito antes do sol amanhecer.

Retorna às ruas nas carreiras,
Já arada e agora plantadas,
Dos produtos naturais valiosos,
Transportados por vagões ou caminhões,
Até mesmo aos portos dos mares,
Levados aos múltiplos rincões do homem.

Outra pausa é chegada,
A estrela sol já dá o sinal,
Aproximando do oeste poente,
É hora da merenda, do lanche,
Bom pão de milho recheado,
Com manteiga e boa carne suína.

Sobra ainda mais um pouco,
Da força readquirida,
Põe o chapéu de palha,
Desce a manga comprida da camisa,
Ruma ao solo fértil,
À espera depois da boa chuva.

Mais um pouco cai o sol,
Como chamamento ele avisa:
Terminou o seu dia,
Beija agora o crepúsculo,
Vá à fonte se banhar...
Espere a sua lua chegar.

Lembrando da semente semeada,
Lá, pouco distante no campo,
Adormece, descansa...
No seu colchão de palha,
Na esperança de outra aurora,
Lá longe... no horizonte despontar.
                                        
                    

                                  (Autor:Rodolfo Antonio de Gaspari)

domingo, 17 de outubro de 2010

ABRAÇO

                             
                           

                                          ABRAÇO


DE DESPEDIDA...
PERDIDO DEPOIS...
EU FICO CABISBAIXO...
TRISTE, MELANCÓLICO, ANGUSTIADO...
NO GRANDE VAZIO...
DA SOFRIDA SAUDADE!


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Poetrix (multiplix)
Autor:Rodolfo Antonio de Gaspari


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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

OÁSIS

                 

                O Á S I S

          Numa secagem deserta,
          Um OÁSIS no perfil,
          De um ser no vazio,
          Convive no árido,
          Do seu inteior obscuro.


          Obsoleto, tudo é decadente,
          Como sede, sem água,
          No OÁSIS da caminhada,
          Anseio...vagador...mesmo!
          Um OÁSIS sem abertura.


          E... no OÁSIS da vida,
          Pouca água se mistura,
          Num jarro infinito,
          Dominado pela ansiedade,
          Na vagareza anuncia.

          Gotículas de um poço,
          Um balde no oceano,
          Da pureza vivenciada,
          Sem água... muita sede...
          Na bagagem humana entristecida.

          Ser um OÁSIS...
          Porque sem a água,
          Não se extingue as carências,
          Nem enriquece a alma,
          Para um OÁSIS adubar. 

          Mesmo na areia,
          Pensando no sonho de uma fonte,
          Desprovida de ponte,
          Um OÁSIS, no deserto da distância
          De um amor encontrar.  

         Deixe-me ser,
         Mesmo que muito distante,
         O seu OÁSIS à sanar,
         Com ínfimas gotas,
         O seu amor regar.    

           (Autor:Rodolfo Antonio de Gaspari) 


         
                   
        

ROSA SUBLIME

                                 
                                        

                          ROSA SUBLIME

Vejo a flor exposta,
No vaso de cristal,
Refeltido pela luz,
Entrada pelo vitral,
Logo mais próximo,
Da cadeira que o contemplo.

Ela tem o seu significado,
Motivo pelo qual,
A admiro repleto de empolgação,
Sua cor branca revela,
A paz que busco,
Dentro do meu coração.

Sua beleza empolgante,
Esperança-me por ela nunca murchar,
Dela recordo todos os instantes,
Dos meus atalhos do caminho,
Floridos, vivenciados, amados,
Edificados de luz e encanto.

Ela é a rosa perfumada,
Símbolo da beleza e docilidade,
Recebida todas as manhãs,
De um estranho no anonimato,
Assiduamente chegando com
O bom jornaleiro animado.

Ele sigiloso profundamente,
Quem possa ser o candidato,
Que em nenhuma mensagem,
Personifica o seu nome,
Tão menos a sua origem e destino,
Num cartão enviado.

Passam os dias e as manhãs,
Apenas contemplo essa beleza,
Muito viva, de um ser vivo,
Adornando, embelezando o meu vaso,
Esperando com o jornaleiro,
Que possa o meu bem amado chegar.


                                     


 (Autor:Rodolfo Antonio de Gaspari)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

MEDO

              

M E D O

Rebuçar do que somos,
Renitente e persistente,
Está o MEDO embalde,
Dele sem saber se é consistente,
No dissídio existente.
             
Vem com o tremor,
Deixando temor,
Dissipando energia,
Terrorística, avassaladora,
Negativa, sem magia.
            
Dos impulsos imperativos,
Perde-se os anseios,
Daquilo que a vida,
Almeja dos ativos,
Quando o MEDO são alheios.
 
Diz ser dos ímpios,
O MEDO que se aconchega,
Mesmo quando o desejo,
De ausentar dele,
Portanto com ele esteja.
 
Tira a calma...
Do fundo da alma,
Batiza de inseguro,
Sem ser cálido e maduro,
Um manobrista da insegurança.
 
Ele é pávido, egrégio...
Para os fracos decadentes,
Traz condutas transparentes,
Desequilíbrios, desencantos,
Desânimos... abrangentes.
 
MEDO!... portanto,
Potente, dominador,
Barreira de todo condutor,
Veículo abrasador,
Ao abismo arrasador.
 
Inútil vencê-lo,
Postado com um selo,
Lacrado no desespero,
Não barrando postura,
Nos momentos do seu MEDO!...

Autor:Rodolfo Antonio de Gaspari